Policia Ambiental de Manaus

 

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Foto: Anderson Oliveira

Dê-me respeito!

No dia 27.09.2017 fizemos uma entrevista com o comandante da policia ambiental do Amazonas, com um contingente estimado de 120 policias, sendo 20% do contingente para questões burocráticas e 80% fica incumbido de proteger todo o território do Amazonas, segundo o major Márcio, o trabalho é árduo e de difícil locomoção para fazê-lo.

Com uma infraestrutura precária esses heróis fazem um trabalho pouco produtivo, graças à infraestrutura, o mundo fala em meio ambiente, mas ninguém quer por a mão na massa, falar e fácil fazer não e para qualquer um!

Segundo o major Marcio o respeito dado ao meio ambiente e a policia ambiental não e digno de quem tem a maior floresta tropical do planeta. Pois nossas leis são feitas a partir de ideais de quem não vive a realidade do caboclo, logo não poderiam fazer leis que deixem o nativo da região dependo de ajuda de custo do governo, pois com o atual governo o dinheiro não chega às mãos de quem realmente necessita, fazendo-o ir contra as leis de nosso país Manaus.

Anderson oliveira

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O que as empresas do transporte coletivo fazem para tentar ‘diminuir a emissão de gases poluentes’ em nossa cidade?

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                                                                                                                                    Foto: Gabriel Guimarães

Manaus apresentou números expressivos no que diz respeito ao aumento da frota de veículos nos últimos anos, o que implica também no aumento dos cuidados com a qualidade do ar da cidade. No dia 20/07/2015 a Prefeitura adotou uma medida polemica mais de grande importância, restringir os veículos pesados em alguns horários, mais como os coletivos são de suma importância para a sociedade essa norma não inclui essa parte dos veículos da cidade, sendo assim é necessárias novas ações que fiscalizem de perto a atual condição desse transporte nas garagens.

 

                                                                Foto: Gabriel Guimarães

                 A agressão dos gases tóxicos deve ser levada a sério pelas autoridades, caminhos e mecanismos tem sido utilizado para aferir o nível de poluição. Atualmente, quem faz essa medição são as próprias empresas, no entanto, precisamos de uma fiscalização maior por parte do poder público para que tenhamos segurança de que esses gases estejam sendo emitido de forma a não causar maiores danos à saúde da população, porque eles causam danos irreversíveis se não estiverem controlados de forma adequada.

Várias Comissões na câmara municipal de Manaus (CMM) vêm buscando junto à Secretaria Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) informações sobre o atual estado dos ônibus que atuam no transporte coletivo da cidade. Sabemos que os ônibus têm um período de vida útil para circular e, depois desse tempo, eles começam a emitir gases que prejudicam o meio ambiente. Assim, comissões tem sido feita na câmera municipal para apurar a situação dos ônibus que realizam o transporte público na cidade, para certificar se eles estão em condições de circular.

Conforme estabelecido em lei, os veículos pesados são obrigados a usar o aditivo chamado Arla 32, produto que diminui a emissão de gases tóxicos. Tal composto químico é injetado no sistema de escapamento dos caminhões e transforma os óxidos de nitrogênio – que estão entre os poluentes do ar mais nocivos – em nitrogênio e água. Tentamos nos informar se os veículos que circulam em Manaus estão atendendo a esses requisitos. Nosso objetivo é também tornar essas informações públicas para que qualquer cidadão possa estar ciente quanto a segurança do ar da cidade.

Esses órgãos são responsáveis pelas fiscalizações, se as empresas estão ou não cumprindo a lei. Secretaria Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), do Policiamento Ambiental do Amazonas, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) e Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente – DEMA, além de vereadores membros da Comissão de Transporte, Viação e Obras Públicas (COMTVOP).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                              Fotos : Gabriel Guimarães

        Aqui vemos a SMTU fazendo as vistorias na empresa Global Green, normalmente essa vistoria são pela parte da manhã .

 

Gabriel Guimarães

 

Seminário de 20 anos da Vemaqa

 

 

 

20 anos de VEMAQA!
Duas décadas dedicadas ao Amazonas!
Em comemoração aos 20 anos da Vemaqa (Vara especializada do meio ambiente e de questões agrárias), a Escola Superior  de Magistratura do Amazonas(Esmam) realizou nos dias 21 e 22 de setembro um seminário com o foco no meio ambiente e  direito ambiental, e contou com a entrega de selo em agradecimento aos feitos dos envolvidos.

A mesa foi composta por grandes nomes do meio advocatício, como o desembargador Claudio Ressing, presidente em exercício do TJAM; o diretor da Esmam, desembargador Ari Moutinho; o desembargador Wellington Araújo; o coordenador da Esmam, juiz Paulo Feitoza; o juiz Elci Simões  e o Procurador de justiça Mauro Veras. Entre eles está o presidente titular e juiz auxiliar da Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas, Adalberto Carim Antônio, fundador da Vemaqa que continua trabalhando em benefício do meio ambiente, sendo um dos maiores exemplos tanto nacional quanto internacional, com punições alternativas e rígidas, com esses feitos a Vemaqa ganhou diversos prêmios em todo o mundo.

O desembargador Ari Moutinho relata que a criação da vara especializada foi uma ideia brilhante, com todo o desmatamento, degradação do solo e etc., o meio ambiente precisava de um grande defensor.

Adalberto Carim declarou sua trajetória, seus anos de luta, “A vara ambiental é uma tarefa difícil” disse Carim. O presidente da vemaqa conta que 5 anos depois do Rio92 Manaus tinha sérios problemas com eletricidade isso no ano de 97. Em seguida, ele menciona seus feitos; como o ponto de entrega voluntária, local onde há troca de material reciclável e resíduos, localizada no Dom Pedro; e em 2002 foi fundada o Ecam (equipe de conservação do meio ambiente) localizada no Manauara Shopping, sua missão está voltada para o fortalecimento das comunidades tradicionais e a conservação do meio ambiente.

Ingrid Cunha.